terça-feira, 20 de abril de 2021

Como fazemos o nosso diagnóstico?

    Não somos médicos, nem queremos fazer-nos passar por tal. Somos dois profissionais de saúde que devido à experiência pessoal e profissional, e à nossa formação, sabemos analisar exames, tanto radiológicos, imagiológicos, como também bioquímicos. Usamos também os métodos da Medicina Tradicional Chinesa, combinando o diagnóstico de palpação, o de pulso e o de língua. E a agora, na nossa mais recente aquisição para ajudar com o diagnóstico, o Analisador Corporal de Ressonância Magnética Quântica. 

    Para quem não conhece a Medicina Tradicional Chinesa, deve estar a tentar perceber como é que funciona o diagnóstico em si, e como funciona toda esta combinação de diferentes diagnósticos, então passo a explicar:

    O diagnóstico em M.T.C. baseia-se em 4 pilares fundamentais: “olhar, ouvir, perguntar e sentir”, e as técnicas de diagnóstico que usamos são com base nisso mesmo.

    O diagnóstico de palpação é simplesmente sentir com as mãos, a área que o paciente se queixa. É necessário tocar no paciente para percebermos o que se passa concretamente e para interpretarmos melhor o que o paciente tenta explicar. Sentimos, não só a temperatura e textura, como também a rigidez e tensão local. Grande importância é dada às alterações de temperatura numa zona, seja por diferença de temperatura localizada, ou geral. Permite-nos perceber se alguma zona têm excesso ou falta de energia vital, se existem bloqueios, etc..

    O diagnóstico de pulso faz parte do sentir, mas também do ouvir, pois o ritmo da pulsação é importante para perceber a fisiologia e funcionamento do corpo. Sentimos o pulso em vários pontos diferentes e avaliamos não só os sinais que o pulso apresenta, como também o ritmo e como o pulso se comporta ao toque. Actualmente a avaliação de pulso divide-se em 28 tipos diferentes de pulso (diagnósticos possíveis) sendo excelente para perceber principalmente como está o sistema circulatório do paciente.

    O diagnóstico de língua é de vital importância, pois a língua é a extremidade visível de quase todo o aparelho digestivo, sendo por isso usada milenarmente para diagnóstico. Quer gostemos ou não da ideia de andar a mostrar a língua, a língua é uma extremidade visível, e o inicio de tudo que ingerimos. Significa que a língua altera-se se algum órgão se ressentir com algo, se houver alguma alteração metabólica, etc.

    Pode parecer pouco, ou até de nenhuma importância, mas a realidade é que se a digestão for afectada, a língua reflecte isso. Se a absorção de nutrientes for afectada, a língua reflecte isso. Se a temperatura interna do organismo for afectada, a língua reflecte isso… Por isso é uma excelente forma de diagnosticar, muitas vezes até antes de se manifestarem sintomas bem mais sérios e graves.

    Todas estas formas de diagnóstico são usadas e combinadas aqui, no Centro de Terapias S. Natural, para recolhermos a informação necessária do corpo, sabermos interpretar o que se passa, como podemos tratar, etc.




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